Eu e o lider dos jovens da igreja de brasilândia,em breves essas fotus serão divulgadas  no nosso

site.www.bandapontosete.com.br    Não perca galerinha.Esperamos seu comentario!Deus abençoe a vida de vocês!!E nós na PONTO 7

Voçês brasilândia,fazem parte da nossa história.Deus abençoe a vida de Vocês grandemente!

Ponto sete na estrada!!

Programação da igreja de Santa barbara,Deus operou maravilhas

E disse-lhes: Ide por todo o mundo, e pregai o evangelho a toda criatura.
Quem crer e for batizado será salvo; mas quem não crer será condenado.

                              

 

 

 

Oração do guitarrista

Senhor Deus, obrigado por mais este dia, e pela chance de estudar meu instrumento.
Ajude senhor, este seu humilde servo a vencer as dificuldades técnicas pelas quais ele vai passar.
Dê-me mãos fortes e habéis para executar os exercícios deste dia, e inteligência para entender todas as lições.
Ilumine minhas idéias, e seja o meu guia.
Aumente meus limites na execução deste instrumento, e permita que eu alcance este limites sem grandes dificuldades.
Me ajude senhor, e tenha certeza, de que este guitarrista dirá a todos aqueles que lhe perguntarem, qual foi seu professor:
- Acima de qualquer professor que eu tenha tido, meu grande mestre foi Jesus, o filho de Deus.
Amém.

Aonde guiar-me, meu Senhor
Te seguirei por seu amor
É Tua mão que me conduz
Por mim ferida sobre a cruz.
Guia-me sempre, meu Senhor
Guia meus passos, Salvador
Tu me comprastes sobre a cruz
Rege-me em tudo, meu Jesus.
Acho prazer em te servir
Descanso e paz me faz sentir
Doce é a mim o teu querer
Gozo me traz te obedecer
Sigo sem medo, meu Senhor
Que me encheu do seu amor
Sentindo perto a sua mão
Posso cantar na escuridão
Para seu reino me conduz,
Pelo jardim e pela cruz
Lá ficou morto o "velho eu"
Lá meu espírito reviveu
Rege-me em tudo, meu Jesus.

 

Muitas vezes os ministros de louvor e músicos evangélicos são chamados de "levitas". Tal costume não é muito antigo, mas parece que já está se tornando tradição. No Novo Testamento não temos referência a ministros de louvor nem a instrumentistas na igreja. Jesus disse que o Pai procura adoradores (João 4.24). O ensino apostólico, por sua vez, incentiva todos os cristãos a prestarem culto ao Senhor, com salmos, hinos e cânticos espirituais (Ef.5.18-20; Col. 3.16).

De onde então vem o conceito de "levita"? Tomamos por empréstimo de Israel e do Velho Testamento. Originalmente, "levita" significa descendente de Levi, que era um dos 12 filhos de Jacó. Os levitas começaram a se destacar entre as 12 tribos de Israel por ocasião do episódio do bezerro de ouro. Quando Moisés desceu do monte e viu o povo entregue à idolatria, encheu-se de ira e cobrou um posicionamento dos israelitas. Naquele momento, os descendentes de Levi se manifestaram para servirem somente ao Senhor (Êx.32.26). Daí em diante, os levitas se tornaram ministros de Deus. Dentre eles, alguns eram sacerdotes (família de Aarão) e os outros, seus auxiliares. Embora os sacerdotes fossem levitas, tornou-se habitual separar os dois grupos. Então, muitas das vezes em que se fala sobre os levitas no Velho Testamento, a referência se aplica aos ajudantes dos sacerdotes. Seu serviço era cuidar do tabernáculo e de seus utensílios, inclusive carregando tudo isso durante a viagem pelo deserto (Núm. capítulos.3, 4, 8, 18).

Naquele tempo, os levitas não eram responsáveis pela música no tabernáculo. Afinal, não havia uma parte musical no culto estabelecido pela lei de Moisés, embora as orações e sacrifícios incluíssem o sentido de louvor, adoração e ações de graças.

Muito tempo depois, Davi inseriu a música como parte integrante do culto. Afinal, ele era músico e compositor desde a sua juventude (I Sm.16.23). Então, atribuiu a alguns levitas a responsabilidade musical. Em I Crônicas (9.14-33; 23.1-32; 25.1-7), vemos diversas atribuições dos levitas. Havia então entre eles porteiros, guardas, padeiros e também cantores e instrumentistas (II Crônicas 5.13; 34.12).

Considerando o paralelo existente entre Israel e a igreja de Jesus Cristo, podemos até utilizar o nome "levita", embora não sejamos descendentes de Levi. Mas, se queremos assim considerar, então todos os que servem em qualquer ministério podem ser chamados "levitas". O levita é aquele que executa qualquer serviço ligado ao culto. O levita é simplesmente um servo e não alguém que esteja na igreja para ser alvo da glória humana.

Aqueles levitas, designados por Davi para o louvor, eram liderados por Asafe, Hemã e Jedutum, e tinham a tarefa de PROFETIZAR com harpas, alaúdes e saltérios (I Crônicas 25.1). Nessa época, surgiu a maior parte dos salmos de Israel. Hoje, podemos testificar que aqueles levitas eram mesmo profetas. Através deles o Espírito Santo falava ao povo. Além disso, eram mestres no que realizavam (I Crô.25.7). E nós? O que somos? Se queremos usar o nome de "levitas" precisamos nos dispor para o serviço e para caminhar em direção a um nível de qualidade excelente no ministério.

 

Não faz mal
Eu sei que a dor do peito
Cega a gente
Quem um dia me ajudou
Me encolheu a mão
E as lágrimas insistem em descer
Tudo bem eu sei em Quem tenho crido
E sei que Ele é fiel
Jamais desamparou um filho Seu
E o que Ele confiou a mim
Eu vou levar até o fim
Pois estou bem certo
Eu sei que Ele é por mim

Quem começou a boa obra
É por mim
Aquele que venceu a morte
É por mim
Aquele que subiu em glória
Que mudou a história por mim

Jonnas No Estudio

Rodrigo Ribeiro na programação da festa da igreja de arsenal


A Visão do Trono de Deus
Depois da visão do Cristo exaltado que cuida e protege a igreja, começa a revelação do que acontecerá depois disto, ou seja, a vinda do Reino de Deus.
Para sabermos o que vem depois da graça e do amor de Deus, precisamos olhar para a glória dos céus. E é para lá que João é conduzido, a fim de conhecer o reino e o poder de Deus que está acima de tudo e de todos e de como este poder se manifestará salvador aos fiéis e condenador aos infiéis.
João tem acesso à glória de Deus e quem mostra esta glória é a mesma voz como de trombeta que havia conduzido João na primeira visão (1.1). João "sobe" aos céus "em espírito". João é "arrebatado" desta terra e conduzido até aos céus para conhecer coisas que irão acontecer.
A primeira coisa que João vê é um trono e nele alguém sentado. O trono no céu designa o infinito poder, governo e domínio daquele que nele está assentado. O estado de estar sentado caracteriza o exercício infinito de poder e domínio sobre todo o universo.
A forma assumida por aquele que está assentado no trono é igual a uma pedra de jaspe e sardônio, rodeado por um arco-íris com aspecto de esmeralda. Percebemos que a forma descrita não é de uma feição humana, mas de um poder e glória inigualável à condição humana. A pedra jaspe, quando iluminada, assume um colorido especial como sendo um diamante. Ela reflete as cores azul, verde e púrpura. O sardônio é da cor vermelha. Ambas as pedras fazem parte do trono celestial e nos fazem pensar na majestade de Deus e no juízo de Deus.
Mas ao redor daquele que está assentado, há um arco-íris, que só tem uma cor: verde. A cor verde nos lembra esperança e o arco-íris nos faz lembrar da aliança de Deus com Noé, aliança de graça, porque Deus não esquece daqueles que pertencem à sua aliança.

4.4-11 A multidão ao redor do trono
Junto com aquele que está assentado no trono há 24 anciãos que participam no reinado, sentados em tronos menores. O número 24 nos lembra o dobro dos eleitos: são os eleitos do Antigo Testamento e os eleitos do Novo Testamento. O número representa a totalidade daqueles que foram salvos, tendo o fundamento ao centro.
A vestimenta branca simboliza a santidade de seu ofício e a coroa de ouro indica a realeza, dignidade e glória do ministério. Tanto para João como para nós, há um grande consolo nesta visão: mesmo sendo perseguidos (no caso de João, banido pelo império romano) pelo pecado e suas desgraças, seremos mais que vitoriosos com Cristo, pois estaremos assentados ao seu redor com poder e glória.
Acompanha a manifestação da glória de Deus relâmpagos, vozes e trovões, indicando o poder e a majestade de Deus. As sete tochas, que são os sete espíritos nos lembram a ação do Espírito Santo em meio aos cristãos.
A pureza do trono também está manifesta no mar como de cristal. O mar é celestial.
Mas há mais coisa ao redor do trono: quatro seres viventes cheios de olhos por diante e por detrás. O número quatro corresponde aos quatro cantos da terra e a forma com que cada um assume também caracteriza a criação como um todo. O ser semelhante ao leão representa o reino dos animais selvagens; o ser semelhante ao novilho representa o reino dos animais domésticos; o ser semelhante ao homem representa as criaturas humanas; e, o ser semelhante à águia quando está voando representa o mundo dos pássaros.
Os olhos, que estão direcionados para todos os lados, representam a onipresença de Deus, pois para Deus nada pode estar escondido ou encoberto.
As seis asas representam a rapidez em que a vontade de Deus é executada em todo o mundo.
Estes quatro seres viventes proclamam a glória do Deus Triúno, que está acima de tudo e de todos; por isso ele é Todo Poderoso.
No momento de adoração e culto dos quatro seres viventes, os vinte e quatro anciãos também participam do culto destinado para o que está assentado no trono, o criador de todas as coisas.
Este culto que inicia no v. 11 continua no capítulo 5. A primeira manifestação diz respeito ao poder criador de Deus. Isto nos leva ao primeiro momento de ação de Deus em favor da humanidade: a história da criação no Gênesis. Deus toma a iniciativa de criar e organizar tudo. E aqueles que estão ao redor do trono de Deus sabem muito bem disso.
Diz Rottmann: "Esta é uma das mais fortes e claras passagens da Bíblia sobre a criação de Deus, derrubando todas as teorias humanas de qualquer evolução ou autocriação das coisas do mundo. O universo não é fruto de um ridículo 'acaso'. Ele é inteiramente produto da vontade criadora de Deus, vontade essa tão poderosa que uma simples expressão dela foi suficiente: "Haja...' – 'e houve' – sem qualquer dúvida, sem qualquer hesitação. Sim, este último versículo do capítulo sobre a grande visão do trono nos leva ao primeiro versículo da Bíblia: "Deus criou', em Gn 1.1, significa nada mais e nada menos do que: Deus criou tudo do nada, só por sua santa vontade! (p.148)


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